Educação é a principal mola
propulsora de uma sociedade que busca se desenvolver de maneira sustentável. Hoje,
o ponto nefrálgico é conseguir levar investimentos para comunidades menos
desenvolvidas que, muitas vezes, não dispõem de mão de obra qualificada para
trabalhar nas novas empresas.
Esse cenário só muda quando
há investimentos em educação formal e técnica. Por isso, existe a necessidade
da ação conjunta entre Estado e iniciativa privada em que governo deve criar um
clima favorável ao investimento. Em contrapartida, as empresas que se
beneficiam desta ação precisam colaborar com o poder público sendo corresponsáveis
pelo desenvolvimento sustentável da região.
A noção de desenvolvimento sustentável
abrange tanto o lado social, quanto o econômico, já que as empresas passam a
ter uma mão de obra qualificada. Consequentemente, esses trabalhadores têm uma
melhora na remuneração passando a ser um dos propulsores da economia. Como
resultado há um crescimento do consumo, na arrecadação de impostos e na criação
de novos postos de emprego.
Os recursos se reempregados
no desenvolvimento regional podem gerar um ciclo de crescimento que tende a ser
benéfico a todos. Para que isso aconteça, existe a necessidade de haver um
trabalho bem alinhado entre o poder público e a iniciativa privada. O
pensamento deve ser direcionado para o crescimento de ganhos mútuos, e para que
não se torne apenas uma ferramenta de propaganda institucional.

