segunda-feira, 17 de março de 2014

Tecer parcerias para o desenvolvimento regional

Educação é a principal mola propulsora de uma sociedade que busca se desenvolver de maneira sustentável. Hoje, o ponto nefrálgico é conseguir levar investimentos para comunidades menos desenvolvidas que, muitas vezes, não dispõem de mão de obra qualificada para trabalhar nas novas empresas.

Esse cenário só muda quando há investimentos em educação formal e técnica. Por isso, existe a necessidade da ação conjunta entre Estado e iniciativa privada em que governo deve criar um clima favorável ao investimento. Em contrapartida, as empresas que se beneficiam desta ação precisam colaborar com o poder público sendo corresponsáveis pelo desenvolvimento sustentável da região.

A noção de desenvolvimento sustentável abrange tanto o lado social, quanto o econômico, já que as empresas passam a ter uma mão de obra qualificada. Consequentemente, esses trabalhadores têm uma melhora na remuneração passando a ser um dos propulsores da economia. Como resultado há um crescimento do consumo, na arrecadação de impostos e na criação de novos postos de emprego.


Os recursos se reempregados no desenvolvimento regional podem gerar um ciclo de crescimento que tende a ser benéfico a todos. Para que isso aconteça, existe a necessidade de haver um trabalho bem alinhado entre o poder público e a iniciativa privada. O pensamento deve ser direcionado para o crescimento de ganhos mútuos, e para que não se torne apenas uma ferramenta de propaganda institucional.

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